Filmes que inspiram o empreendedorismo

Que todos nós adoramos filmes, isso não é novidade. E nada melhor do que receber uma dose de inspiração, enquanto apreciamos uma boa produção cinematográfica com histórias de incentivo. Por isso, nesse post trouxe uma lista de filmes com mensagens inspiradoras para quem tem ou pretende ter seu negócio próprio. Pegue a pipoca (ou o salgadinho, se você for como eu) e vem comigo!

O Jogo da Imitação

O filme conta a história do matemático Alan Turing, que fez parte da equipe formada pelo governo britânico para quebrar um código usado pelos alemães na Segunda Guerra. Apesar de sua dificuldade em trabalhar em grupo, o matemático logo começa a liderar a equipe que busca construir uma máquina capaz de decifrar o código. Para empreendedores, o filme traz a importante mensagem de que é necessário acreditar na sua ideia, mesmo com as dificuldades que aparecem pelo caminho. Também é uma ótima inspiração sobre a importância de se trabalhar em equipe.

Walt antes do Mickey 

Baseado na história real de Walt Disney, o filme fala dos primeiros anos da carreira do desenhista e dos obstáculos que ele precisou superar antes de criar seu desenho mais famoso, o Mickey Mouse. Uma das frases do filme vale para qualquer um que queira ter seu próprio negócio: “Tudo o que vale a pena fazer deve ser bem feito”, diz o pai do jovem Walt. Para quem quer empreender, sempre é bom conhecer as histórias de quem chegou longe.

A Rede social

O filme é baseado na história da criação do Facebook pelo jovem Mark Zuckerberg. Assim como no filme sobre Walt Disney, vale a pena somente para conhecer como surgiu um dos maiores negócios da atualidade. Para quem quer um pouco mais, também vale ficar atento à mensagem que o filme traz sobre como às vezes os empreendedores passam por cima de suas relações pessoais em nome do sucesso.

À Procura da Felicidade

Chris enfrenta sérios problemas financeiros e Linda, sua esposa, decide partir. Ele agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher, seu filho de 5 anos. Chris tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, mas só consegue um estágio não remunerado. Seus problemas financeiros não podem esperar uma promoção e eles acabam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos ou onde quer que consigam um refúgio, mantendo a esperança de que dias melhores virão. É uma história de superação e de alguém que acredita em um futuro melhor.

O Lobo de Wall Street

A história baseada em fatos reais de Jordan Belfort mostra que as armas da persuasão podem fazer você ir longe. No caso de Belfort, ele foi parar longe mesmo, na prisão: por isso, é bom também aprender com os erros dos outros. Você vai perceber que esse cara chegou longe sendo um bom vendedor e compreender a importância de conhecer bem seu produto e o mercado no qual você atua.

Coco, Antes de Chanel

Sem dúvidas, esse filme é um exemplo de empreendedorismo feminino. Coco Chanel era uma jovem humilde com talento para costura e trabalhava como cantora em um bar. Sua vida muda quando ela se torna amante e conselheira de modas de um rico herdeiro. Cansada dos chapéus floreados, dos espartilhos apertados e metros de fita que definem a moda feminina, Coco usa as roupas de seu amante como ponto de partida para criar uma elegante e sofisticada linha feminina que a leva para o topo da costura parisiense.

A Teoria de Tudo

Baseado na história de Stephen Hawking, o filme expõe como o astrofísico fez descobertas relevantes para o mundo da ciência, inclusive relacionadas ao tempo. Também retrata seu romance com Jane Wilde, uma estudante de Cambridge que viria a se tornar sua esposa. Aos 21 anos de idade, Hawking descobriu que sofria de uma doença motora degenerativa, mas isso não o impediu de se tornar um dos maiores cientistas da atualidade. Como lições que você pode aprender com o filme, vale observar que nem sempre você terá a resposta para tudo (e que tá tudo bem!). 

Estrelas Além do Tempo

No auge da corrida espacial travada entre Estados Unidos e Rússia durante a Guerra Fria, uma equipe de cientistas da NASA, formada exclusivamente por mulheres afro-americanas, provou ser o elemento crucial que faltava na equação para a vitória dos Estados Unidos, liderando uma das maiores operações tecnológicas registradas na história americana e se tornando verdadeiras heroínas da nação. É uma lição sobre quebra de barreiras, do empoderamento feminino e principalmente contra o preconceito racial. Sem dúvidas, um dos filmes que todo empreendedor deveria assistir é esse aqui.

Joy: O Nome do Sucesso

Joy é uma jovem brilhante, mas leva uma vida pessoal extremamente complicada. Ela é divorciada e tem dois filhos. Seu ex-marido mora no porão de sua casa, enquanto sua mãe vive no andar de cima e passa o dia todo assistindo a novelas. E seu pai, divorciado de sua mãe há 17 anos, também vive na mesma casa. Criativa desde a infância, Joy inventa um esfregão de limpeza milagroso que se transforma em fenômeno de vendas e faz dela uma das empreendedoras de maior sucesso dos Estados Unidos.


Essas histórias estão aqui para mostrar para você em alta definição que é difícil para todo mundo. Então espero que tenham gostado da lista, e que sirva para abrir a mente à novas ideias.

Se não tiver uma vantagem competitiva, não concorra – O Livro dos Negócios

O alvo de toda empresa é criar e manter uma vantagem competitiva de modo a vender mais produtos e gerar lucros maiores que seus rivais.

As ‘’estratégias genéricas’’ consistem em dois tipos de vantagem competitiva: vantagem de custo e vantagem de diferenciação. É preciso identificar um conjunto de atividades que um negócio pode usar para melhor entender como alcançar essas formas de diferenciação. Essas atividades inter-relacionadas descrevem o fluxo de um produto desde a primeira vez que é ofertado até o consumidor final.

Uma empresa pode adicionar valor ao produto em cada estágio da cadeia por meio de atividades relacionadas ao produto – logística de compras da empresa (fornecimento de partes ou materiais), fabricação e serviço de pós-venda – e atividades relacionadas ao mercado: logística de vendas (a entrega do produto ao seu usuário final) e o marketing e a venda do produto.

Para conseguir vantagem competitiva, uma empresa não pode focar uma única atividade, mas precisa considerar cada atividade da cadeia. Analisar a cadeia de valor também pode ajudar uma empresa a identificar quais áreas de seus negócios são passíveis de terceirização e quais podem ajudar a empresa a alcançar uma vantagem de custo.

As atividades primárias da cadeia de valor numa empresa são apoiadas por uma série de atividades secundárias, as quais também podem ser usadas para atingir a vantagem competitiva. Essas atividades mudam conforme o setor, mas quase sempre incluem: compras (aquisição); gestão de recursos humanos (RH); desenvolvimento de tecnologia, incluindo pesquisa e desenvolvimento (P&D); e as estruturas funcionais da empresa, como finanças e jurídico.

Apesar de as atividades de suporte poderem ser consideradas “gastos não operacionais’’, é possível gerar valor secundário, por exemplo, por meio de um melhor uso da tecnologia.

Além de suas atividades horizontais, as empresas operam num ‘’sistema’ de valor’’ de atividades verticais: por exemplo, uma fábrica compra peças de fornecedores e usa outras empresas para distribuição. A vantagem competitiva está não apenas na cadeia de valor da empresa, mas no sistema de valor do qual ela faz parte.

“Quando você tem uma participação de mercado menor que 10% – e você está concorrendo com os grandões -, ou você se diferencia ou morre.” – Michael Dell, fundador da Dell Computters

O que é a liderança eficaz?

Mais do que apenas intelecto, a liderança eficaz exige ação. Pesquisadores tentaram determinar os traços definitivos quanto ao estilo, à característica e à personalidade de grandes líderes. Ainda assim, a liderança eficiente continua sendo objeto de debate.

Os líderes não podem simplesmente se basear no carisma. Se por um lado a liderança carismática tem seu lugar, há um risco de a retórica tornar-se mais importante que a realidade.

Para ser eficaz, um líder deve ser confiante e seguro ao mesmo tempo em que é aberto e compreensivo. A liderança eficaz envolve a habilidade de criar capacidade nos outros por meio do processo de interação, informação, ouvir, desenvolver e gerar confiança. A credibilidade do líder é alcançada através da colaboração, não da dominação.

A questão central da liderança é o empoderamento – a arte de capacitar outras pessoas a fazer coisas. Líderes devem comunicar uma forte visão, mas, acima de tudo, devem empoderar sua equipe para que ela mesma tome as decisões.

Um líder não pode, e não deve, tomar todas as decisões – é fundamental para o papel dele ajudar os outros a entender a necessidade de mudança, ao mesmo tempo que lhes dá as ferramentas necessárias para que a façam.

A liderança eficaz exige colocar a visão em prática. Para alcançar isso é necessário mais do que retórica: líderes eficazes devem não só falar, como também fazer.

A importância da análise de mercado

Iniciar um negócio próprio não é uma tarefa muito fácil, isso todos sabem. Um dos primeiros passos para fazer isso da maneira certa, é verificar o potencial de aceitação do público, para isso existe a análise de mercado.

Em resumo, a análise de mercado é o processo de obtenção de informações relacionadas ao mercado de atuação de uma empresa, e que podem impactar no sucesso ou fracasso do empreendimento.

Iniciar um negócio sem uma expectativa de reação do mercado ao produto, é um grande risco que pode render prejuízos. E isso não significa uma proposta de negócio ruim, pode ser apenas falta de análise de riscos e oportunidades corretamente.

É importante acreditar no potencial do produto que oferece, claro. Mas, tão importante quanto isso, é garantir o valor do seu negócio e se as pessoas, de fato, irão comprar a ideia.

No entanto, o papel da análise de mercado, é auxiliar no desenvolvimento e crescimento do negócio.  Assim, você poderá conhecer melhor o seu potencial público-alvo, a relação do seu produto com os fornecedores e o posicionamento da concorrência. É possível também observar as estratégias dos seus concorrentes, compreendendo as ações utilizadas por eles, para então, desenvolver o diferencial da sua marca.

Por fim, conhecer o contexto de atuação do negócio, é o primeiro passo para colocar sua ideia de negócio em prática. Por isso, uma boa análise de mercado é indispensável neste processo.

A internet e a era de ouro do empreendedorismo – Raphael Avellar

Rapha Avellar, CEO da Avellar mídia, traz em sua fala lições valiosas de como aproveitar a Internet e a era de ouro do empreendedorismo, em que todos tem a oportunidade de fazer sucesso com seus negócios, nesse espaço democrático. Rapha Avellar é empreendedor serial e CEO da Avellar Media, uma agência de publicidade cuja missão é revolucionar a forma como pessoas e empresas contam suas histórias em um mundo cada vez mais conectado.

Com 23 anos salvou da falência os negócios da família. Fez isso utilizando estratégias inovadoras de marketing digital e mídias sociais. Cresceu a empresa em cerca de 300% em apenas 36 meses. Alavancou as vendas de 3 para 12 milhões de reais durante a maior crise da história do Brasil. E não parou mais.

Aos 25, fundou um segundo empreendimento que, com apenas 24 meses de existência, já ultrapassou a inacreditável marca de 6 milhões em vendas. Teve um crescimento superior a 600% de um ano para o outro. Só conseguiu isso por causa da sua capacidade e talento para contar histórias de impacto no ambiente digital/social. Isso o gabaritou para falar com propriedade sobre gestão, inovação e mídias sociais.

A prova disso é que entre um compromisso e outro ele grava programas para os seus mais diversos canais na internet e escancara a própria vida. Diferencia-se porque documenta reuniões estratégicas e responde às perguntas da sua legião de seguidores. Milhares de pessoas são atingidas por sua mensagem e são sinceras quando dizem que ele mudou a forma como enxergavam a vida, o mundo dos negócios e as oportunidades que o digital disponibiliza para cada uma delas.

A importância do Modelo de Negócio

O Modelo de Negócio é uma ferramenta de estruturação de um negócio. Tem como intuito mostrar de forma mais visual tudo que é relevante para um empreendimento.

O Sebrae Canvas disponibiliza um modelo de negócio simples que permite a qualquer um desenvolver suas ideias e a ferramenta ainda conta com uma comunidade, permitindo assim que os usuários com ideias semelhante possam interagir.

De acordo com o criador da ferramenta, Alex Osterwalder, os componentes centrais de um empreendimento são: segmento de clientes, proposta de valor, canais de distribuição, relacionamento com clientes, fontes de receita, recursos principais, atividades chave, principais parcerias e custos.

O objetivo da criação do Modelo de Negócio, é proporcionar ao empreendedor uma visualização completa dos processos da organização. Portanto é um passo bem simples e importante no início dessa jornada. Para isso, às seguintes perguntas devem ser respondidas:

O que vou fazer?
A proposta de valor do negócio

Para quem vou fazer?
O  público consumidor

Como vou fazer?
Principais recursos, atividades e parceiros

Quanto vou gastar?
Estrutura de custo

Esses blocos estão relacionados, e podem ser ajustados a qualquer momento, quantas vezes forem necessárias, para que  melhor seja a visualização do negócio.

É preciso lembrar que a inovação é a chave do sucesso e a criação de um modelo de negócio irá facilitar a elaboração de estratégias, inovação, competitividade o que pode levar a melhores resultados nessa etapa inicial.

Link do Sebrae Canvas: https://www.sebraecanvas.com/#/

Não queremos!

Não desejamos empregos em multinacionais, nem trabalhar batendo ponto sem gostar do que fazemos; Dispensamos ser uma mera engrenagem, pois não
nascemos para ser robôs obedientes; Não iremos enfrentar horas de trânsito, nem seremos reféns do caos urbano; Não dependeremos de governos, quais quer que sejam seus modelos, nem da mídia, ou das igrejas e suas religiões, pois sabemos que a verdade é muito cara para ser contada; Não aceitamos acriticamente o que a sociedade diz que é certo ou errado; Já nascemos cansados dos mesmos erros e teorias antigas que não funcionam. Sabemos que o real aprendizado acontece com a prática, com a tentativa e o erro. Não fugimos dos nossos medos, queremos enfrentá-los! Vamos correr riscos, sentir adrenalina, nos mover; Usamos a tecnologia para simplificar nossas vidas e nos conectar, não para complicá-la e nos separar. Não queremos ser bilionários, enxergamos a riqueza como algo diferente de excesso de dinheiro. Acreditamos que menos é mais, e que o bom é inimigo do ótimo; Vemos a vida pessoal e a profissional como uma coisa só, negócios e artes se misturando, diversão e seriedade lado a lado. Para nós, as ONGs acabaram. Montaremos negócios sociais, ganharemos dinheiro ajudando o mundo; Acreditamos na liberdade, na flexibilidade, na independência e na transparência. Não acreditamos em destino, pois sabemos que quem cria o futuro somos nós. Queremos o bem, acreditamos no pensamento positivo e na força do coletivo. Retribuiremos à natureza, usaremos transporte alternativo, plantaremos hortas em casa, produziremos menos lixo; Sabemos que é preciso nos manter em parte crianças, sinceras , criativas e sem paradigmas. Compreendemos que somos a mudança que queremos ver no mundo. A paz e um planeta melhor começam dentro de cada um de nós. Não queremos aparecer ou ser populares, agimos de maneira silenciosa, fora da atenção e dos holofotes. Não iremos reclamar, vamos solucionar. Não somos foras da lei, não somos rebeldes sem causa, não perdemos tempo com manifestações e passeatas. Geração x, y, z que nada. Nós somos a geração empreendedora.
Viemos para criar um novo ecossistema. E você?
“Saudações empreendedoras, estamos mudando o mundo.”

http://www.geracaoempreendedora.com.br

Criatividade e inovação

A criatividade e a inovação são características muito exaltadas no mundo empresarial como fator de sucesso nos negócios. De fato, criar um produto ou serviço diferente do que já há no mercado pode fazer a empresa conquistar espaço, ou mesmo rever processos internos e inovar na forma de fazer as coisas pode trazer redução de custos e melhorar a vida financeira do negócio.

A criatividade é o processo de realizar algo novo. Muitas pessoas e empresas costumam dizer que os criativos são o pessoal da publicidade ou desenvolvimento de produto, mas não. Todos podem ser criativos.

Estar aberto a sugestões, pode ajudar no processo de inovação do produto ou serviço. Envolver os funcionários nesse processo, ajuda a motivar e favorecer o ambiente criativo.

Mais do que se manter preso a um grupo específico na empresa, dar essa liberdade a mais pessoas, ajuda a promover boas ideias para o negócio.

No entanto, é importante ficar atento para não exagerar. Inovação demais também pode ser prejudicial e tornar confuso um processo de criação. Equilibrar soluções criativas é a base dessa etapa.

Quer seja nas características e na funcionalidade, na imagem da marca, no serviço, processo, na velocidade ou na conveniência, a especificidade tem que ser estabelecida e comunicada para que a empresa e seus produtos ou serviços se destaquem no mercado. A chave para o sucesso prolongado é garantir que tal diferenciação seja sustentável.

A essência da estratégia é escolher o que não fazer

Posto de maneira simples, a estratégia é a forma com que uma empresa vai de onde está para onde quer estar. Ela envolve identificar as escolhas que têm que ser feitas para vencer os obstáculos que estão no caminho. Com frequência, escolher o que não fazer é tão importante quanto escolher o que fazer.

Para as empresas, é quase tão possível seguir uma má estratégia quanto uma boa. O livro Estratégia boa, estratégia ruim, de 2012 explica que a boa estratégia deve partir de uma análise da própria empresa, bem como de suas metas.

Uma boa estratégia exige análise da concorrência e de quaisquer ameaças à organização e pode envolver decisões dolorosas. Ela deve resultar numa estratégia baseada em metas claras que capitalizam as forças da empresa e pode ser flexível se os fatores externos mudarem.

Uma má estratégia com frequência segue lado a lado com o estabelecimento de uma meta ou visão simplista. Os líderes talvez usem uma forte retórica a respeito da ‘’vitória’’ para motivar os funcionários, mas é fácil estabelecer metas vazias – formular a estratégia necessária para alcança-las é muito mais difícil.

Empresários propensos a ir atrás de uma má estratégia tendem a ignorar os problemas e farão vista grossa às opções disponíveis. Em vez de tomar decisões difíceis, tentarão acomodar uma infinidade de demandas e interesses conflitantes para não mudar seus planos. Os gerentes, nessas circunstâncias, se arriscam a seguir ideias e caminhos velhos que não funcionam mais, em vez de liderar com novidades.

A falência da Kodak é um exemplo marcante de uma empresa que seguiu uma má estratégia. Fundada em 1890, nos anos 1970 a Kodak era líder no setor fotográfico nos EUA, com quase 90% do mercado de filmes e câmeras. Era considerada uma das maiores marcas do mundo.

Em 1975, os engenheiros da Kodak inventaram a câmera digital, mas sua alta direção ignorou a oportunidade apresentada por essa nova tecnologia. Ela acreditava que a empresa estava no negócio de filmes para revelação e não estava preparada para matar ‘’a galinha dos ovos de ouro’’. Seus executivos falharam em ver que a fotografia digital faria o filme ficar redundante, logo desafiando seu negócio, que era quase um monopólio.

A empresa japonesa Fujifilm, no entanto, reconheceu a ameaça e se diversificou com sucesso.  A Kodak começou a guinada para câmeras digitais muito tarde, quando smartphones e tablets começavam a substituir as câmeras. A inabilidade dos altos executivos em tomar a dura decisão de mudar de curso levou a empresa a declarar falência em 2012.

“Uma boa estratégia reconhece honestamente os desafios enfrentados e oferecem uma abordagem para vencê-los. Richard Rumelt”

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